12.10.09

Uma das minhas escritoras favoritas é a norte-americana Tami Hoag, como alguns devem já ter reparado. Depois de um excelente 'Prazer de Matar', seguiu-se o 'Antecedentes Perigosos', que mostrava até que ponto vamos das nossas capacidades para fazer justiça, seja em que lado estamos.

Agora, leio o 'Barreiras Ocultas', uma história que já li há uns anos e que este ano volto a recordar.

 

 

Sinopse:

Nem sempre a justiça é clara. Nem sempre o amor e a obsessão se distinguem. Decidida a encontrar o assassino que perturba a quente pacatez do Louisiana, a detective Annie Broussard ultrapassa a barreira do racional. Os colegas repudiam-na, o impulsivo Nick Fourcade tenta forjar uma aliança com ela. Entretanto o assassino vagueia sem castigo. Annie tem de agir antes que seja tarde demais. Uma morte, um estranho poema, um suspeito demasiado óbvio.

Depois de ter acusado Marcus Renard de perseguição, Pam é abandonada em agonia numa cabana em Pony Bayou. Nick Fourcade toma conta do caso mas introduz à última da hora uma prova no processo: o anel da vítima foi encontrado na casa do réu. O tribunal considera que ele está a tentar incrimar o réu implantado ilegalmente um prova e afasta-o das investigações. Num premeditado impulso de raiva o detective ataca Marcus e só a intervenção de Annie Broussard, que testemunha a agressão, evita a morte do alegado assassino às mãos do alegado justiceiro.

«Barreiras Ocultas» oscila entre a aparência de verdade e a real eficácia da lei. Annie acredita na justiça. Por isso, mesmo criticada pelos colegas que preferiam que Nick tivesse feito justiça pelas próprias mãos, mesmo tendo de forjar uma perigosa proximidade com o assassino, ela está determinada a chegar à verdade custe o que custar. E o preço é alto. Muito mais alto do que ela previra. Admirado com a sua coragem, Nick, que teima em encontrar o assassino, tenta ajudar Annie nas investigações, mas ela sabe que não pode confiar nele. Ou pode? Uma vez ultrapassada a fronteira do medo, ela invade os meandros da mente humana e das suas ínvias crueldades. Conseguirá regressar sã e salva desse outro território sem lei?

 

link do postescrito por anid, às 19:14  cusquices (3) opina à-vontade

7.9.09

Sendo que adoro romances policiais e já tendo lido vários da autora deste livro, Tami Hoag, este foi com todas as certezas dos que mais adorei.

 

Sinopse:

Num parque da cidade, ele celebra cuidadosamente a cerimónia. Prepara o corpo. Deita o catalisador e unge o morto. Em seguida, acende o fósforo e diz: «Do pó vieste e ao pó hás-de voltar.» A população está aterrorizada e os jornais não falam de outra coisa - já o denominam de "O Cremador". Ninguém sabe quem é, de onde vem ou o que pretende com tais rituais. Mas quando ele risca o fósforo com que irá incinerar a sua terceira vítima não se dá conta da existência de uma testemunha, uma adolescente fugida de casa que vê o rosto do Cremador à luz tremeluzente da pira funerária...

 

A história faz lembrar um pouco os casos da série 'Mentes Criminosas', com um serial-killer, um agente do FBI, analista de comportamentos.

Ao longo das quase 500 páginas, a história aborda as várias perspectivas das várias personagens, desde o agente do FBI, aos agentes policiais locais, à advogada, protectora da testemunha, à própria testemunha e ainda ao assassínio. O suspense é mantido bem até ao final, permitindo-nos como é evidente, tecer os nossos próprios comentários e teorias de quem matou quem. Mas será que se confirmam?

A mim, o final surpreendeu-me imenso e foi uma leitura que me deu imenso prazer.

Agora, regresso ao livro anterior, que não terminei de ler, da mesma autora, e que se chama 'Antecedentes perigosos'.

 

 

link do postescrito por anid, às 16:21  cusquices (1) opina à-vontade

20.4.09

Não sou muito materialista e como tal, foi difícil (acho eu) as pessoas saberem o que me oferecerem, apesar de me contentar com uma simples lembrança (ou com nada)...

Sondaram-me e entre coisas desnecessárias e outras precisas, lá recebi uns chinelos (como já tinha dito), um livro de uma das minhas escritoras favoritas (Tami Hoag), um porta-moedas  e uma colcha para a minha querida e confortável cama.

 

(Próximo livro a ler então é 'Antecedentes Perigosos' da Tami Hoag', já que estou quase a terminar 'Paraíso das Trevas')

 

link do postescrito por anid, às 12:58  opina à-vontade


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